Quack – v. 1, Kaji Pato

Preparar para a decolagem, a jornada começa agora!

Voe com as aventuras hilárias de Baltazar, o mais novo de uma lendária família de aviadores, e seu companheiro, o debochado e mal-educado pato Colombo.

Aventurando-se para pagar as contas ou ter o que comer (e nem sempre conseguindo as duas coisas), os amigos se metem nas mais absurdas presepadas, mesmo saindo no prejuízo. Será que vão conseguir quitar todas as dívidas com seu sinistro agiota?

Quack é um mangá com roteiro e desenhos de Kaji Pato. Prepare-se para loucuras, risadas e diversão, mas acima de tudo uma história de aventura e amizade, que mostra a força do espírito livre e da imaginação.

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E-book: Social Comics

Roteiro e desenhos: Kaji Pato
ISBN: 978-85-8243-162-7
Gênero: mangá, comédia, aventura
Formato: 14cm x 20cm
Páginas: 96 PB
Preço de capa: R$ 19,90 (papel)



Uma Resposta para “Quack – v. 1, Kaji Pato”

  1. Gabriel Herbert disse:

    Oi, pessoal da editora Draco.
    Como muitos dessa nova geração, o mangá faz parte do cotidiano, seja lendo diariamente ou tendo apenas uma noção básica de alguns títulos mais famosos. Comigo não foi diferente.
    Na verdade, o mangá me atingiu em cheio, pois igual o autor do Quack, meu desejo é publicar minhas histórias em formato de quadrinhos, tendendo mais para os traços orientais.
    Mas não vim fazer observações desnecessárias, espero. Essa mensagem tem a intenção de indicar algumas situações que podem provocar um desconforto nos leitores, resultando até em uma diminuição conforme o mangá segue.
    Hoje mesmo (03/04/16), li o primeiro volume e notei um certo preconceito, ou no mínimo, uma forma pejorativa de expressar opiniões. O pato, personagem coadjuvante, volta e meia, para motivar seu amigo, usa frases homofóbicas, como “para de baitolagem e continua correndo, Baltazar.” [pag. 8, cap. 1. Vol. 1] ou “para de viadagem, Baltazar!” [pag. 35, cap 1. vol 1].
    Também há na página 87, do mesmo volume, uma frase que passa uma ideia que alguns leitores podem considerar machista, pelo o fato de as mães serem retratadas como apenas mulheres que se divertem fofocando enquanto lavam a roupa, e entre os trabalhadores, não há uma única mulher. Nesse momento, a ideia deixa de ser exclusiva do pato e passa a ser do narrador também.
    Se, de acordo com o aviso da página 83 , esse gibi é para toda a família, acredito que seria interessante dar uma revisada nas ideias transcritas durante a história. Tirando essa minha observação, achei tudo muito bem elaborado e uma história com grande chances de fazer enorme sucesso.
    Grato pela atenção.

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